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Dicas e novidades para a manutenção do seu carro.
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Filtro habitáculo do carro: quando mudar e porque é importante

Liga a ventilação no máximo mas chega pouco ar ao habitáculo, ou sente um cheiro a fechado sempre que arranca a climatização. A causa costuma ser o filtro habitáculo do carro saturado, uma peça pequena mas decisiva para a qualidade do ar que respira no carro. Neste artigo vemos para que serve, de quantos em quantos quilómetros é substituído, os sinais de um filtro saturado e quanto custa mudá-lo.

Se o ar sai fraco ou surge mau cheiro, bastam uns minutos para resolver: localize a oficina MOTRIO mais próxima e mande substituir o filtro habitáculo.

Para que serve o filtro habitáculo e quando deve ser substituído?

O filtro habitáculo retém pó, pólen, fuligem e partículas finas antes de o ar entrar no habitáculo pelas grelhas. Muitos condutores escolhem um filtro de carvão ativado, que também absorve odores e os gases de escape.

A regra geral é substituir o filtro habitáculo a cada 15.000 km, aproximadamente, ou uma vez por ano, o que ocorrer primeiro. Quem conduz muito na cidade, em estradas com pó ou em zonas com muito pólen faz bem em antecipar a mudança, porque o filtro satura mais depressa. O intervalo correto depende do uso real do carro, não apenas do calendário.

Mudá-lo a tempo também protege o sistema de climatização. Um filtro saturado reduz o caudal de ar, faz a ventoinha trabalhar mais e favorece o aparecimento de bolor no evaporador. O resultado são maus cheiros e um arrefecimento menos eficaz, precisamente quando mais precisa dele no verão.

Sinais de filtro entupido e custo da substituição

Os sinais são reconhecíveis. O caudal de ar diminui mesmo com a ventilação no máximo, os vidros embaciam com mais facilidade e surge um cheiro a húmido ou a fechado ao ligar o sistema. Quem sofre de alergias sente muitas vezes mais incómodo no carro, sinal de que o filtro já não retém pólen e pó como devia.

O custo é moderado. O filtro habitáculo, sozinho, custa em geral entre 15 e 40 € consoante o modelo e o tipo, padrão ou de carvão ativado. Com a mão de obra, a substituição completa na oficina situa-se entre 30 e 60 € e demora entre 15 e 30 minutos.

Convém combinar a mudança do filtro com a manutenção periódica. Em geral substitui-se na revisão anual, e combiná-la com uma mudança de óleo e de filtro de óleo e um filtro de ar do motor novo ajuda a manter o carro em melhor estado. Se no verão fizer a recarga do ar condicionado, é também o momento ideal para montar um filtro novo e voltar a respirar ar puro.

Substituição do filtro habitáculo nas oficinas MOTRIO

As oficinas MOTRIO tratam da substituição do filtro habitáculo com peças conformes às especificações do seu fabricante, e verificam o estado da climatização na mesma intervenção.

As oficinas MOTRIO estão em todo o Portugal, com tempos de intervenção curtos, preços transparentes e garantia sobre peças e mão de obra. Se o caudal de ar diminuiu ou sente cheiros desagradáveis ao arrancar, marque na oficina MOTRIO mais próxima e volte a respirar ar puro a conduzir.

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Recarga do ar condicionado do carro: quando fazer e quanto custa

Entra no carro no primeiro dia de calor do ano, liga o ar condicionado e ao fim de uns minutos o ar sai apenas morno. A recarga ar condicionado carro é precisamente a intervenção que resolve esta situação, porque com o tempo o gás refrigerante diminui e o sistema perde capacidade de arrefecer. Neste artigo vemos como saber se o ar condicionado precisa de recarga, com que frequência fazê-la e quanto custa o serviço.

Se o ar custa a arrefecer, convém agir antes do calor forte: pode marcar uma verificação do ar condicionado na oficina Motrio mais próxima.

Como saber se o ar condicionado do carro precisa de recarga

O primeiro sinal é o mais fácil de notar: o ar frio demora a chegar ou nunca desce abaixo de certa temperatura. Um sistema em bom estado arrefece o habitáculo em poucos minutos, mesmo com sol forte. Se demora dez minutos e o ar continua apenas fresco, o nível de gás refrigerante está normalmente demasiado baixo.

Um circuito perde em média cerca de 10 por cento de gás por ano pelos pontos de vedação normais. Por isso, mesmo sem avaria, o desempenho cai de forma evidente ao fim de dois ou três anos. Quando o ar condicionado não arrefece de todo, a causa pode ser uma fuga maior, um compressor em dificuldade ou um sensor que bloqueia o sistema por segurança.

Há outros indícios úteis. Um cheiro desagradável ao arrancar indica muitas vezes bolor no evaporador e não falta de gás. Um caudal de ar fraco, mesmo com a ventilação no máximo, aponta para um filtro habitáculo saturado, que reduz a passagem do ar. Vale a pena verificá-lo em conjunto com a recarga, porque um filtro limpo melhora logo o arrefecimento.

Uma dúvida frequente é se vale a pena um kit de recarga caseiro comprado pela internet. Num sistema moderno é desaconselhável. Sem uma balança nem uma máquina que trabalhe em vácuo é fácil introduzir demasiado gás ou não detetar a fuga que esvaziou o circuito. O risco é danificar o compressor, a peça mais cara do sistema. Por isso a recarga continua a ser uma intervenção de oficina, rápida mas com ferramentas próprias. Antes de uma viagem longa, veja estas dicas para viajar de carro no verão.

Quanto custa a recarga do ar condicionado e de quanto em quanto tempo se faz?

A maioria dos fabricantes aconselha verificar o sistema a cada dois anos e recarregar o gás quando o nível baixa. Não depende dos quilómetros, mas do tempo, porque a perda lenta de refrigerante acontece mesmo que o carro seja pouco utilizado.

Quanto ao preço: uma recarga completa com gás R134a, para carros matriculados até cerca de 2017, custa em geral entre 60 e 120 €. Os veículos mais recentes usam o gás R1234yf, mais caro, e então o valor sobe entre 100 e 200 €. A diferença vem do tipo de gás que o seu carro exige, não da qualidade do serviço.

A intervenção dura em média entre 45 minutos e uma hora e inclui o esvaziamento do circuito, o teste de estanquidade em vácuo e a recarga com a quantidade exata indicada pelo fabricante. Uma boa oficina pesa o gás introduzido em vez de calcular por estimativa, para que o sistema trabalhe à pressão correta.

Em conjunto com a recarga, vale a pena considerar também a limpeza do ar condicionado, que elimina bolor e maus cheiros do evaporador. As duas operações fazem-se na mesma visita e devolvem um ar fresco e limpo antes do verão.

Recarga e revisão do ar condicionado nas oficinas MOTRIO

As oficinas MOTRIO realizam a recarga e a revisão do ar condicionado com equipamentos que medem a quantidade exata de gás e verificam a estanquidade do circuito antes de intervir, evitando uma recarga inútil caso exista uma fuga.

As oficinas MOTRIO estão em todo o Portugal, com tempos de intervenção curtos, preços transparentes e garantia sobre peças e mão de obra. Se o ar condicionado arrefece menos do que o habitual ou nunca fez uma revisão antes do verão, marque na oficina MOTRIO mais próxima e peça um orçamento rápido.

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Motor do carro a aquecer: causas, sinais e o que fazer

Está parado num engarrafamento num dia de muito calor e vê o ponteiro da temperatura subir para o vermelho, ou acende-se uma luz vermelha no painel. Ter o motor do carro a aquecer é uma das situações que mais assusta, mas se reconhecer os sinais a tempo e souber como reagir, evita quase sempre danos caros. Vejamos como reconhecê-lo, as causas mais comuns e o que fazer nos primeiros minutos.

Se a luz de temperatura já se acendeu uma vez, não adie: encontre a oficina Motrio mais próxima e mande verificar o circuito de arrefecimento antes da próxima viagem.

Sinais de sobreaquecimento do motor: o que não pode ignorar

O sinal mais claro é a luz de temperatura do líquido de refrigeração, com a forma de um termómetro mergulhado em água. Quando fica vermelha ou pisca, o motor está a ultrapassar a temperatura de funcionamento, que costuma manter-se entre 90 e 105 graus. Nos carros com ponteiro analógico, vê-lo subir para o vermelho confirma o mesmo problema.

Há sintomas que precedem a luz. Uma perda de potência repentina, um cheiro adocicado no habitáculo parecido com xarope ou uma ligeira névoa debaixo do capô indicam muitas vezes uma fuga de líquido refrigerante. O vapor branco e denso que sai do capô é o sinal mais avançado e obriga a parar de imediato.

O aquecimento do habitáculo também dá uma pista útil. Se liga o aquecimento no máximo e só sai ar frio enquanto o motor aquece, normalmente há pouco líquido em circulação ou uma bolha de ar no circuito. É uma verificação de poucos segundos enquanto avalia a situação.

Convém saber que valores são normais. Na maioria dos carros a temperatura de funcionamento estabiliza por volta dos 90 graus e o ponteiro mantém-se no centro do mostrador. Uma subida lenta num engarrafamento, que baixa assim que retoma a marcha, costuma ser normal porque falta fluxo de ar sobre o radiador. Torna-se um problema quando o ponteiro passa de metade e continua a subir mesmo a andar, ou quando se acende a luz, porque o sistema avisa que o calor já não está a ser dissipado.

Causas mais comuns do motor a aquecer e como agir

A causa mais frequente é a falta de líquido refrigerante, por uma fuga no radiador, numa mangueira ou na bomba de água. Seguem-se o termóstato bloqueado, que impede o líquido de circular, e a ventoinha que deixa de arrancar. Em muitos modelos, uma correia danificada ou um tampão do depósito que não mantém a pressão também podem fazer subir a temperatura do motor.

É assim que deve agir perante a luz. Desligue o ar condicionado e ligue o aquecimento no máximo, porque ajuda a dissipar o calor do motor. Encoste assim que puder num local seguro e desligue o motor. Nunca abra o tampão do circuito com o motor quente, porque está sob pressão e o líquido a ferver pode causar queimaduras. Espere que o motor arrefeça antes de verificar o nível e ateste apenas quando as peças estiverem frias.

A verificação regular do líquido refrigerante é a prevenção mais eficaz, porque um circuito cheio e em bom estado evita a maior parte dos sobreaquecimentos. No verão o sistema suporta uma carga extra, pelo que convém verificá-lo em conjunto com a recarga do ar condicionado antes das viagens longas.

Uma pergunta habitual é se pode seguir mais uns quilómetros até casa ou à oficina. A resposta é não: bastam uns minutos com o motor sobreaquecido para deformar a cabeça do motor ou queimar a junta, e a reparação pode custar várias centenas de euros. Uma verificação preventiva do circuito de arrefecimento, pelo contrário, é económica. Por isso é melhor parar e, se necessário, chamar a assistência em viagem do que arriscar um dano grave no motor. Antes de partir, confirme os pontos da inspeção do carro e veja as dicas de viagem no verão.

Verificação do motor e do sistema de arrefecimento nas oficinas MOTRIO

As oficinas MOTRIO realizam a verificação do motor e do sistema de arrefecimento controlando a estanquidade do circuito, o nível e o estado do líquido, o termóstato e a bomba de água, de modo que uma fuga seja detetada antes de danificar a cabeça do motor.

As oficinas MOTRIO estão em todo o Portugal, com tempos de intervenção curtos, preços transparentes e garantia sobre peças e mão de obra. Se viu a luz de temperatura acender-se ou nota descidas de nível do refrigerante, marque na oficina MOTRIO mais próxima e viaje tranquilo neste verão.

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Óleo motor: qual escolher, viscosidade e quando mudar

Está em frente à prateleira dos lubrificantes e as siglas multiplicam-se: 5W30, 5W40, 10W40. Escolher o óleo motor certo parece complicado, mas basta perceber o que significam esses números e o que indica o livrete do seu carro. Neste artigo vemos como ler a viscosidade, qual óleo motor escolher, de quantos em quantos quilómetros mudá-lo e quanto custa o serviço.

Se não se lembra de quando foi a última mudança, é melhor verificar já: procure a oficina Motrio mais próxima e peça uma verificação do óleo e do filtro.

Como ler a viscosidade do óleo motor: 5W30, 5W40, qual a diferença?

A sigla descreve a viscosidade do óleo, ou seja, a sua fluidez às diferentes temperaturas. No código 5W40, o número antes do W indica o comportamento a frio e o número a seguir a viscosidade com o motor quente. O W significa winter, inverno: quanto mais baixo for esse valor, mais fluido o óleo se mantém a frio e melhor protege o motor nos primeiros instantes do arranque, os mais críticos para o desgaste.

Entre o óleo motor 5w30 e o 5W40, a diferença está sobretudo a quente. O 5W30 é mais fluido e favorece um consumo ligeiramente menor, por isso é exigido por muitos carros recentes. O 5W40 mantém uma película protetora mais espessa a altas temperaturas e costuma indicar-se para motores com mais quilómetros ou para um uso exigente, como autoestrada e reboque. A viscosidade correta é sempre a que consta no livrete.

Também conta a especificação de homologação, não apenas a viscosidade. Siglas como ACEA e as aprovações do fabricante indicam se o óleo é compatível com o filtro de partículas e com os intervalos de manutenção previstos. Uma viscosidade correta com uma especificação errada pode dar problemas, por isso os dois dados leem-se sempre em conjunto.

Além da viscosidade, também conta o tipo de base do óleo. O óleo sintético oferece a melhor proteção e mantém as suas propriedades durante mais tempo, por isso é o mais comum nos carros modernos. O semissintético é um meio-termo, adequado a veículos de alguns anos e a um uso misto. O óleo mineral, hoje raro, só se encontra em motores antigos. Mudar de tipo de óleo quase nunca é uma escolha livre: o fabricante indica a categoria mínima exigida, e descer abaixo dela reduz a proteção do motor.

De quanto em quanto tempo mudar o óleo e quanto custa?

O intervalo depende do motor e do tipo de óleo. Em média, a mudança faz-se a cada 15.000 km ou uma vez por ano com óleos sintéticos, enquanto alguns fabricantes descem para 10.000 km em motores turbo a gasolina ou em quem faz muitos trajetos curtos. Mesmo com poucos quilómetros, o óleo envelhece, por isso o limite de tempo vale tanto como o de quilometragem.

A mudança envolve também o filtro de óleo, substituído em conjunto com o lubrificante para não sujar logo o óleo novo. É um bom momento para verificar o filtro habitáculo e os restantes fluidos, mantendo a manutenção em dia.

Quanto ao preço: uma mudança de óleo completa com filtro custa em geral entre 60 e 150 € para um carro padrão, conforme a quantidade e o tipo de óleo. Os motores que usam óleos com especificações particulares ou que exigem mais litros situam-se na parte alta. O óleo certo, no prazo certo, reduz o desgaste e ajuda a prevenir problemas como o motor a aquecer.

O que acontece se saltar uma mudança de óleo? Com o tempo o lubrificante perde aditivos, espessa e tem dificuldade em chegar a todas as peças, o que aumenta o atrito e o desgaste. Nos piores casos formam-se lamas que entopem os condutos. Outra dúvida frequente é o atestar entre mudanças: juntar um pouco de óleo do mesmo tipo é normal, mas se o nível baixa com frequência convém verificar o motor, porque um consumo elevado indica um desgaste ou uma fuga a confirmar. Aprenda a verificar o nível do óleo e reveja a inspeção do carro.

Mudança de óleo e manutenção nas oficinas MOTRIO

As oficinas MOTRIO realizam a mudança de óleo e a manutenção com lubrificantes conformes à viscosidade e às especificações indicadas pelo seu fabricante, e substituem o filtro de óleo na mesma intervenção.

As oficinas MOTRIO estão em todo o Portugal, com tempos de intervenção curtos, preços transparentes e garantia sobre peças e mão de obra. Se não se lembra de quando fez a última mudança de óleo ou tem dúvidas sobre a viscosidade adequada, marque na oficina MOTRIO mais próxima e peça um orçamento rápido.

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Inspeção do carro em 2026: o que é verificado, preço e quando fazer

A inspeção do carro é um compromisso que não podemos ignorar: é essencial para garantir a segurança, a eficiência e o cumprimento das normas ambientais. Não é apenas uma obrigação legal, mas também fundamental para evitar multas ou complicações com o seguro em caso de acidente. Neste guia simples explicamos o que é verificado, quanto custa a inspeção do carro em 2026, quando fazer a primeira inspeção e o que acontece se circular com o carro sem inspeção.

O que é a inspeção do carro

Também conhecida como Inspeção Periódica Obrigatória (IPO), a inspeção do carro é uma verificação técnica periódica, obrigatória por lei, realizada numa Estação de Inspeção Técnica de Veículos (CITV) autorizada pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT). Avalia as condições de segurança do veículo e o cumprimento das normas ambientais. Não confundir com a revisão automóvel, que é um serviço de manutenção feito em oficina.

Quando fazer a inspeção do carro

Em Portugal, a inspeção automóvel deve ser feita pela primeira vez 4 anos após a matrícula. Depois, repete-se a cada 2 anos até o veículo completar 8 anos. A partir daí, a inspeção passa a ser anual. Por exemplo, um carro matriculado em maio de 2021 terá a primeira inspeção em 2025, depois em 2027, 2029 e anualmente a partir de então. Não precisa de esperar pela data limite: pode levar o carro à inspeção nos três meses anteriores à data da matrícula. Para não perder o prazo, verifique o livrete ou a ficha da última inspeção, onde consta o limite para a próxima.

O que é verificado na inspeção

Os técnicos fazem uma série de verificações para garantir que o veículo cumpre as normas em vigor. Os principais pontos avaliados são:

• Sistema de travagem (travões dianteiros, traseiros e de estacionamento).

• Direção e suspensão (folgas, amortecedores, geometria).

• Iluminação e sinalização (faróis, piscas, luzes de travagem e de marcha-atrás).

• Pneus (pressão, desgaste e estado das jantes).

• Emissões de gases de escape (não aplicável a veículos elétricos).

• Estrutura e carroçaria, equipamento obrigatório e sistemas de segurança (ABS, airbags).

Quanto custa a inspeção do carro em 2026

Desde 1 de janeiro de 2026, o preço da inspeção do carro para veículos ligeiros é de 37,47 euros (IVA incluído), de acordo com a Deliberação n.º 1598-A/2025. Este valor da inspeção do carro é igual em todo o país e em todos os centros autorizados, independentemente do tipo de motorização (gasolina, gasóleo, híbrido ou elétrico). Para motociclos o valor ronda os 18,45 euros e para veículos pesados os 54,85 euros.

O que acontece se circular com o carro sem inspeção

Circular com o carro sem inspeção em dia, ou após reprovação, é punido com uma coima que pode ir de 250 a 1.250 euros, nos termos do Código da Estrada. Deve ainda fazer-se sempre acompanhar da ficha de inspeção: se não a tiver consigo quando for pedida, arrisca uma coima até 300 euros.

O que fazer se o carro reprovar

Se o carro reprovar, tem 30 dias para fazer as reparações e levá-lo a reinspeção no mesmo centro (a chamada inspeção tipo B). As deficiências são classificadas em três tipos, conforme a gravidade: as de tipo 1 são ligeiras, enquanto as de tipo 2 e 3 obrigam a reinspeção. As causas de reprovação mais frequentes estão ligadas às luzes e ao sistema elétrico.

Antes de ir ao centro de inspeção, marque a pré-inspeção numa oficina Motrio: os nossos mecânicos verificam os pontos críticos para o ajudar a passar à primeira. Oficinas Motrio: serviço para carros de todas as marcas

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Aquaplaning: o que é, a que velocidade ocorre e como evitá-lo

Já sentiu o carro deslizar por um instante ao conduzir debaixo de chuva forte? Essa sensação de perda de controlo chama-se aquaplaning, um fenómeno tão comum quanto perigoso. Quando acontece, os pneus deixam de tocar o asfalto e o carro começa a flutuar sobre uma fina camada de água, e travar ou virar o volante torna-se quase impossível. Continue a ler para descobrir o que é o aquaplaning, a que velocidade ocorre e o que pode fazer para o evitar.

O que é o aquaplaning

O aquaplaning (também chamado aquaplanagem) ocorre quando se forma uma camada de água entre os pneus e a estrada, impedindo o contacto direto com o piso. É como se o carro se transformasse num pequeno barco: os pneus deixam de drenar a água e começam a deslizar em vez de rolar. Acontece com mais frequência a alta velocidade, com pneus gastos ou com pressão incorreta, mas por vezes basta uma poça mais profunda do que o normal.

A que velocidade ocorre o aquaplaning

Muita gente pensa que o aquaplaning só acontece a velocidades muito altas, mas não é verdade. Pode ocorrer mesmo a 70 ou 80 km/h, sobretudo se os pneus estiverem desgastados ou se a estrada estiver muito molhada. Com pneus novos, o fenómeno pode aparecer acima dos 100 km/h, mas com pneus lisos pode surgir a metade dessa velocidade. Tudo depende do desenho do piso do pneu, da quantidade de água no asfalto e da pressão dos pneus.

O que fazer em caso de aquaplaning

Se sentir o carro a flutuar e o volante a ficar leve, mantenha a calma: segure firmemente o volante para manter a trajetória, retire o pé do acelerador de forma gradual e não trave bruscamente. Espere que os pneus voltem a ganhar aderência antes de retomar a velocidade normal.

Como evitar o aquaplaning

A boa notícia é que o aquaplaning pode ser evitado. A manutenção regular é essencial: pneus em bom estado, pressão correta e bons limpa-para-brisas fazem toda a diferença. Verifique com frequência a pressão e o desgaste dos pneus, já que abaixo de 1,6 mm de profundidade do piso (o mínimo legal) a capacidade de escoar a água diminui muito, e o recomendado para segurança é 3 mm. Quando os pneus estiverem gastos, substitua-os numa oficina Motrio. Reduza a velocidade quando chove e aumente a distância de segurança: em piso molhado a distância de travagem pode duplicar.

Confie nas oficinas Motrio para rever pneus, pressão e piso e conduzir em segurança à chuva. Oficinas Motrio: serviço para carros de todas as marcas

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Líquido refrigerante: quando mudar e qual escolher

Abres o capot para uma verificação de rotina e dás conta de que o depósito do líquido refrigerante está quase vazio. Ou notas uma pequena mancha colorida debaixo do carro depois de uma paragem longa. O líquido refrigerante é um daqueles fluidos em que quase nunca se pensa, até que algo deixa de funcionar como devia. E, no entanto, é uma das proteções mais importantes do motor. Vamos ver para que serve, com que regularidade deve ser substituído e como escolher o adequado para o teu carro.

Para que serve o líquido refrigerante e como verificar o nível?

O líquido refrigerante é um fluido técnico que circula no circuito de arrefecimento do motor e tem três funções precisas: absorver o calor produzido pela combustão, proteger as partes metálicas contra a corrosão e, graças à componente anticongelante, evitar que o fluido congele no inverno. Por vezes é chamado simplesmente de anticongelante carro, mas hoje em dia é quase sempre uma mistura polivalente que funciona durante todo o ano.

A cor não é uma questão estética. O líquido refrigerante pode ser verde, vermelho, azul, rosa ou laranja: cada cor corresponde a uma formulação química diferente (IAT, OAT, HOAT e por aí adiante). Misturar dois tipos incompatíveis pode causar a formação de depósitos, perda das propriedades anticorrosivas e danos na bomba de água. A regra é simples: utiliza o tipo indicado pelo fabricante no livro de manutenção.

Para verificar o nível líquido refrigerante carro, faz o controlo com o motor frio, ou seja, depois de o carro ter ficado parado durante pelo menos duas horas. O depósito é transparente e tem duas marcas, MIN e MAX. Se o líquido estiver abaixo de MIN, ou notares quebras frequentes, é altura de ir à oficina, porque uma descida constante indica quase sempre uma fuga no circuito. A verificação do líquido refrigerante deve ser feita ao mesmo tempo que o controlo do óleo, sempre que o capot é aberto para uma inspeção rápida.

Quando mudar o líquido refrigerante e quanto custa?

A maioria dos fabricantes recomenda uma substituição completa do líquido refrigerante a cada 4-5 anos ou a cada 60.000-90.000 km, o que ocorrer primeiro. Em alguns modelos com refrigerantes de longa duração chega-se aos 120.000 km, mas o limite temporal continua válido: os aditivos anticorrosivos perdem eficácia com o tempo, mesmo que o carro circule pouco.

Entre duas mudanças completas pode bastar uma simples reposição. Mesmo que a perda de nível pareça ligeira, é sempre recomendável levar o carro à oficina para verificar a causa: mesmo uma pequena fuga na bomba, no radiador ou numa mangueira pode agravar-se com o tempo e não deve ser ignorada.

Quanto custa: uma embalagem de 1 litro varia entre 8 e 25 € conforme a qualidade e a especificação química. O preço da substituição completa em oficina, incluindo purga do circuito e mão de obra, ronda entre 50 e 110 € para um carro standard. A intervenção dura habitualmente 30 a 60 minutos.

Um sinal a não desvalorizar é a temperatura do motor: se o ponteiro sobe para o vermelho ou se acende o aviso do termómetro, encosta em segurança e não continues a circular. Continuar a conduzir com o motor em sobreaquecimento pode danificar a cabeça e a junta, reparações que custam muito mais do que um controlo preventivo.

Verificação do líquido refrigerante na oficina Motrio

As oficinas Motrio efetuam o controlo do líquido refrigerante durante a manutenção e a substituição completa com produtos conformes às especificações do teu fabricante. Antes de intervir, os técnicos verificam a estanqueidade do circuito: assim, se houver uma fuga, ela é identificada antes de se tornar um problema sério.

A Motrio é uma rede de oficinas independentes do Grupo Renault, presente em todo o país com prazos de intervenção curtos e preços transparentes. Se o teu carro já passou os quatro anos desde a última mudança ou notaste uma descida de nível, marca uma verificação na oficina Motrio mais próxima.

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Pressão dos pneus: valores corretos e como verificar

Entras no carro de manhã e acende-se o aviso de pressão no painel. Ou então, depois de uma viagem na autoestrada, sentes que o carro responde com menos firmeza, como se "flutuasse" nas curvas. A pressão dos pneus é um daqueles parâmetros que afetam a condução todos os dias, mesmo quando não te apercebes. Uns décimos de bar a menos chegam para reduzir a aderência e fazer subir o consumo. Vamos ver porque é importante, quais são os valores corretos e como verificar em poucos minutos.

Porque é importante manter a pressão correta dos pneus?

A pressão dos pneus influencia diretamente três aspetos: aderência à estrada, consumo de combustível e duração dos pneus. Um pneu com pressão a menos apoia no asfalto com uma superfície maior do que o previsto, aquece mais depressa e desgasta-se de forma irregular nos bordos. Pelo contrário, um pneu com pressão a mais apoia apenas no centro do piso, reduz a zona de contacto efetiva e perde estabilidade na travagem.

O consumo segue a mesma lógica. Apenas 0,3-0,5 bar a menos em relação ao valor recomendado podem fazer subir o consumo de combustível em 3 a 5%. Num ano de utilização normal, traduz-se em dezenas de euros gastos sem razão.

A segurança é o ponto mais importante. Uma pressão demasiado baixa aumenta a distância de travagem, sobretudo em piso molhado, e torna o carro mais sensível ao aquaplaning. Uma pressão demasiado alta reduz o conforto e, em caso de embate contra um buraco, expõe a jante a danos e o pneu ao risco de cortes ou bolhas.

Também o sensor de pressão dos pneus (sistema TPMS, obrigatório nos carros de nova homologação desde 2014) deve ser tratado como um aliado, não como uma chatice. Se a luz acende, verifica mesmo a pressão; não fazer o reset sem ter conferido.

Como verificar a pressão dos pneus e quais os valores recomendados?

A verificação da pressão dos pneus deve ser feita a frio, ou seja, depois de o carro ter estado parado pelo menos duas ou três horas, ou ter percorrido menos de 3 km a baixa velocidade. Medir a quente, depois de um troço de autoestrada, dá valores mais elevados em 0,2-0,3 bar do que os reais: arriscas-te a esvaziar pneus que, na verdade, estão certos.

Qual a pressão dos pneus correta encontras sempre em três sítios: no livro de utilização e manutenção, numa etiqueta na ombreira da porta do lado do condutor e, por vezes, no interior do tampão do depósito de combustível. Uma tabela pressão dos pneus em bar genérica existe, mas é sempre indicativa: o valor real depende do modelo e da carga prevista. Para a maioria dos utilitários e compactos os valores oscilam entre 2,1 e 2,5 bar, enquanto nos SUV e nas berlinas maiores se atingem frequentemente entre 2,4 e 2,8 bar. Carros a plena carga (cinco passageiros e bagagens) exigem uma pressão superior de 0,2-0,3 bar em relação à carga normal. Uma tabela pressão pneus carros específica para o teu modelo está sempre no manual do veículo.

Para medir, precisas de um manómetro: os manómetros digitais para uso doméstico custam entre 15 e 40 € e são muito precisos. Em alternativa, as máquinas das bombas de combustível são gratuitas e fiáveis. A pressão dos pneus deve ser verificada pelo menos uma vez por mês e sempre antes de uma viagem longa. Não te esqueças do estepe, se o teu carro ainda o tiver.

Verificação e calibragem dos pneus na oficina Motrio

As oficinas Motrio oferecem o controlo da pressão e do estado dos pneus no âmbito do serviço de manutenção, com verificação do piso, do desgaste irregular e do equilíbrio das rodas. É uma verificação rápida que pode fazer a diferença entre uma condução segura e um imprevisto. Conhecer alguns truques sobre pneus também ajuda a prolongar a vida útil das tuas gomas.

A Motrio, rede do Grupo Renault, tem oficinas em todo o país com técnicos preparados para intervir em todas as marcas de pneus, do citadino ao SUV. Se acendeu o aviso TPMS ou se já não verificas a pressão há algum tempo, marca uma verificação na oficina Motrio mais próxima: em poucos minutos o teu carro volta aos valores certos.

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